21 de Apr de 2018


Mercado de trabalho gerou 59,9 mil empregos em abril

Melhor resultado mensal desde setembro de 2014.

Por: Economia Hoje
17/05/2017 às 18h55

Em abril, segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), houve a criação (geração líquida) de 59,9 mil empregos formais. Este resultado foi muito melhor que o do mesmo mês de 2016, quando ocorreu a eliminação de 62,8 mil postos.

Desse modo, nos últimos 12 meses terminados em abril de 2017, o mercado de trabalho brasileiro contabilizou a extinção de 970 mil vagas formais. Trata-se de um desempenho:

  1. Relativamente mais favorável que o verificado nos últimos 12 meses terminados em março de 2017 (extinção de 1,090 milhão de vagas);
  2. Melhor que o observado nos últimos 12 meses terminados em abril de 2016 (destruição de 1,826 milhão de vagas)

A eliminação de postos de trabalho formais entre maio de 2016 e abril de 2017 (970 mil), deveu-se ao desempenho combinado dos seguintes setores:

  • Indústria: eliminação de 552,2 mil vagas;
  • Agricultura: criação de 9,0 mil postos de trabalho;
  • Comércio: Comércio: destruição de 118,9 mil empregos;
  • Serviços: eliminação de 295,9 mil vagas;
  • Administração Pública: extinção de 12,0 mil postos de trabalho

De todo modo, para os próximos meses, a expectativa é que o mercado de trabalho formal permaneça enfraquecido, por causa dos ajustes que continuarão sendo realizados nos setores de comércio e serviços, principalmente.

Nessas condições, para 2017, prevê-se a eliminação de 500 mil postos formais, promovendo uma destruição de empregos menor do que a verificada em 2016 (1,32 milhão de vagas).


MAIS NOTÍCIAS

Brasil – crédito ao consumidor caminha para um crescimento de 6% em 2018

Impulsionado por crédito pessoal e cartão de crédito

Avanço do investimento no quarto trimestre sinaliza maior brilho da economia brasileira em 2018

Principais motores serão indústria e serviços

“Volatilidade prosseguirá nos mercados globais”

Roberto Nemr: juros americanos são crescentes

Preços dos ativos globais vão cair?

Comentários de Roberto Nemr